Copiando 1.46GB em 4m27s?

O N900 fez!! Copiou de um pendrive para o próprio aparelho, usando o modo host da porta USB.

Aos 2m04s o autor exibe um vídeo que está no pendrive (o mesmo que será copiado depois). A cópia começa aos 3m25s e termina aos 7m52s.

O vídeo serve para derrubar duas ideias que eu tinha:

1- que a porta USB do N900 não provê energia! Isso é falso, já que dá pra ver no vídeo que o pendrive está ligado diretamente ao N900, apenas com um adaptador no meio do caminho.

2- que o modo host não precisaria ser habilitado/desabilitado.

E também dá pra perceber que o acesso ao pendrive é bem rápido, pela velocidade da cópia.

Assim que tiver um tempo, tentarei instalar o necessário e fazer alguns testes.

O autor do vídeo só podia pelo menos ter dado uma limpada no aparelho antes de filmar…. :)

fonte: My Nokia Blog

Tags:

Quando algo dá errado…

É sempre bom estar preparado para catástrofes!

Eu tinha instalado no meu aparelho o U-Boot, Multiboot, Power Kernel e NITDroid. Achei que tava meio exagerado tudo isso principalmente porque o único que estava usando, de vez em quando, era o U-Boot para entrar no MeeGo.

Então decidi remover os outros. A remoção pareceu correr bem, até o momento de reiniciar o aparelho. Quem disse que subia? Entrou num loop de reinicializações, onde sequer chegava a iniciar o carregamento do Maemo (a animação das bolinhas nem aparecia).

Pensei que bastaria reinstalar o kernel através do Flasher e tudo estaria resolvido. Errei. Tive que reinstalar o firmware….perdendo todas as configurações e programas instalados que tinha.

Claro que por achar que a remoção daqueles pacotes não traria problema nenhum não fiz um backup antes. O backup mais recente que eu tinha foi de quando instalei o PR1.3.

Só que aí surgiu na frente mais um problema: eu alterei o particionamento da memória interna, removendo a partição VFAT e transformando-a em EXT3. Para isso funcionar corretamente alguns arquivos do sistema tiveram que ser alterados, para que a montagem da partição ocorresse de forma correta ao sistema subir (e também ao acessar o aparelho via USB como armazenamento em massa). Só que com a reinstalação do firmware essas alterações foram perdidas.

Claro que não foi nada preocupante, exceto pela mão de obra de ter que configurar tudo de novo. Mas vale a lição e algumas atitudes a tomar antes de fazer qualquer coisa que mexa demais com o aparelho:

1- sempre manter um backup atualizado. Vale a pena tentar criar um script de backup automático que rode toda noite, por exemplo, e copie o arquivo para o cartão de memória ou até o mande para algum lugar na internet

2- sempre que alterar alguma configuração do sistema, salve o arquivo alterado em algum outro lugar para ser mais fácil refazer a alteração depois

3- não faça uma salada de kernels e formas de boot. Nada garante que tudo funcionará, e mesmo que funcione, nada garante que depois de uma atualização ou remoção tudo continuará funcionando

4- sempre mantenha o cabo USB, o Flasher e a imagem do firmware mais atual à mão

5- se encha de paciência para o demorado processo de reinstalação dos programas à partir do backup

Enquanto espero a reinstalação dos programas vou caçando as informações que preciso para voltar às configurações que tinha antes…

Tocando DVDs no N900 (via USB)

Através de uma versão modificada do kernel (para permitir que a porta USB seja usada no modo “host”) e de um mplayer também modificado, foi possível fazer o N900 tocar um DVD.

O kernel precisou ser modificado pois de fábrica o N900 não suporta o modo host da porta USB (esse modo é o que permitiria, por exemplo, ligar um pendrive nele).

E antes que alguém diga que é uma porcaria porque há perda de frames é bom dizer que o mplayer foi alterado, mas não está usando a aceleração do chip gráfico! É tudo por conta da CPU.

fonte: My Nokia Blog

Nova versão do TweeGo

Hoje surgiu uma atualização para o TweeGo, que finalmente resolve o problema de login no Twitter.

Para cadastrar a conta é preciso pressionar o botão “new account”, e na janelinha que abrir o botão “allow TweeGo”. Ele vai abrir o navegador e caso você ainda não esteja logado no Twitter, se logue, e o número que aparecer depois de autorizar o acesso deverá ser colocado no TweeGo. Depois de pressionar o “validate PIN”, é só pressionar o “create account”. E a conta aparecerá na tela inicial!

Para entrar basta selecionar a conta (é possível cadastrar mais de uma….basta seguir os passos anteriores novamente, só tomando o cuidado de no navegador estar logado na outra conta que quer), e pressionar o “login”. Você também pode dizer em qual conta o programa deve entrar automaticamente (pressionando as engrenagens na tela de login, depois de selecionar a conta).

Por enquanto o programa não possui nenhuma configuração interna. Mas foi resolvido o problema com caracteres acentuados, e também com o teclado virtual!

O programa está no repositório extras-devel.

Tags:

Firefox 4 beta 2 ou beta 3?

Está ocorrendo uma certa confusão quanto às versões do Firefox pro N900. Em muitos lugares (inclusive no próprio site da Fundação Mozilla) a versão lançada é a beta 2.

Mas no T.M.O. estão falando em beta 3, e realmente há um outro arquivo, disponível por FTP, com data de hoje (ao contrário do citado aqui, que possui data de ontem), que é um beta 3. Além de ter uma outra diferença: o beta 2 aparece no menu do aparelho e também internamente como Firefox. Já o beta 3 aparece como Fennec!

Uma outra diferença, essa interna mas que pode ser muito importante: o Fennec (o beta 3, não o beta 2) é feito em Qt, ou pelo menos usa componentes dessa biblioteca!

Num uso bem pequeno que fiz dos dois, para efeitos de comparações, notei que o Firefox (beta 2) pareceu mais rápido no carregamento e exibição de páginas. Mas os testes foram bem rápidos, e com valor científico nulo!

Mas o Fennec (beta 3) entrou sem problemas no site de teste do HTML5, e ele teve um resultado superior à versão que tinha testado anteriormente (antes obteve 190 pontos com 9 bônus):

Não sei o porque das duas versões, uma como Firefox e outra como Fennec, um beta 2 e outro beta 3.

Atualização: o enigma está resolvido! A versão mais recente é a beta 2. O beta 3 é a versão que será lançada em um ou dois meses…é a chamada nightly build! Esses builds são lançados diariamente mostrando o desenvolvimento do programa, porém como estão em desenvolvimento nem sempre funcionam. E por enquanto estão iguais porque, afinal de contas, o beta 3 possui alterações de apenas 1 dia!

Firefox 4 Beta 2

Está disponível para instalação a nova versão beta do Firefox 4 para aparelhos móveis (Fennec). Há versões para o Android e para Maemo.

Estas são algumas das alterações notificadas:

- performance do Javascript melhorada (diz estar 25% mais rápido)
- o carregamento das páginas acontece cerca de 40% mais rápido que no beta 1
- uso da bateria foi reduzido
- redução no consumo de memória
- é possível desfazer o fechamento de uma aba
- notificações no desktop agora são suportadas
- quando uma aba travar o navegador inteiro não será afetado

E segundo a fonte, na próxima versão teremos duas coisas extremamente interessantes: aceleração por hardware para o scroll e para o zoom (deixando-os bem mais rápidos e também com menor consumo de energia) e habilitarão vídeos em HTML5 usando OGG e WebM.

A instalação dele através do link da própria Fundação Mozilla não funcionou (comigo ele tentou instalar a versão atual do navegador, a 1.1). Eu acabei baixando e instalando na mão o arquivo, antes removendo a versão beta anterior.

No teste que fiz ele me pareceu sensivelmente mais rápido que a versão anterior (porém isso pode ser devido ao PR1.3, e não necessariamente à nova versão do Fennec, já que muitas pessoas relataram que o navegador ficou mais rápido após o novo firmware). Mas a página de teste do HTML5, estranhamente, deu erro!! Ele não conseguiu exibi-la.

E ele também já apareceu em Português, mas de Portugal pois parece que ainda não possui tradução para o brasileiro (pelo menos não apareceu na lista de idiomas das configurações).

fonte: Nokia N900 Applications

Rodando o MeeGo em dual-boot

Uma das características que muitos esperavam no novo firmware era a capacidade de fazer dual-boot com outro sistema operacional. E muitos ficaram decepcionados quando viram que nada mudou em relação a isso.

Na verdade houve uma mudança sim! O Multiboot, antes a única forma de iniciar o N900 com outro sistema operacional sem auxílio de um computador, funcionava reescrevendo o kernel necessário a cada boot. Isso traz dois problemas:

1- o kernel precisa reconhecer o Multiboot para que outro sistema possa ser carregado (era o que acontecia com o MeeGo…era possível entrar no sistema, mas nunca mais sair dele, pois o kernel dele não reconhecia o Multiboot e portanto era sempre o MeeGo a ser carregado)

2- o kernel fica numa memória flash. E esse tipo de memória possui uma vida útil de gravações! Alternar entre um kernel e outro significa gravar o código nessa memória, e diminuir sua vida útil

O que foi feito no PR1.3 foi corrigir uma característica do Linux que estava com um bug no Maemo: o kexec. Ele é um mecanismo que permite carregar outro kernel na memória do aparelho e iniciar a sua execução imediata. Em linhas gerais, o normal seria carregar um kernel e ele carregar o sistema operacional. Mas usando o kexec é possível carregar outro kernel à partir do kernel “inicial”, e rodá-lo. Em outras palavras: substituir o kernel que está rodando por outro, sem necessidade de reiniciar o aparelho nem gravar nada em lugar alguma.

Quem faz essa mágica é um outro programa, chamado U-Boot, portado já faz algum tempo para o Maemo, mas por causa do bug do kexec não facilmente utilizável. Ele está no repositório extras-devel.

Mas antes de continuar há um detalhe importantíssimo: ele só funciona com o kernel original! Nada de power kernel e afins (pelo menos por enquanto). Portanto é bom você abrir um terminal e digitar o comando abaixo:

~ $ uname -a
Linux Nokia-N900 2.6.28-omap1 #1 PREEMPT Fri Aug 6 11:50:00 EEST 2010 armv7l unknown

E também o seguinte:

~ $ dpkg -l | grep kernel-modules
ii  kernel-modules          2.6.28-20103103+0m5        Linux kernel modules

Se as saídas não forem iguais às mostradas, é capaz que você danifique a instalação do Maemo ao instalar o U-Boot e tenha que partir para o Flasher.

Após instalado o U-Boot, ao reiniciar o aparelho irá aparecer esta tela, indicando que a instalação foi bem sucedida:

Para instalar o MeeGo, você precisará da imagem do sistema, obtida aqui. E então seguir as instruções daqui para escrever a imagem num cartão de memória (pode ser usado um computador com Linux ou Windows). Atenção: todos os dados do cartão de memória serão apagados!

Depois de gerado o cartão, basta colocá-lo no N900, e reiniciá-lo! Pronto!! Já está com o MeeGo rodando!!!!

Para voltar ao Maemo, reinicie o aparelho, e antes que o timeout estoure, pressione qualquer tecla do aparelho, e digite isto:

run noloboot

Para remover o U-Boot, é preciso rodar este comando no terminal, como root, no Maemo:

apt-get install --reinstall kernel-flasher

Ao rodar o MeeGo à partir do cartão de memória nada do Maemo será tocado.

Outra informação importante é que existem duas imagens do MeeGo para o N900: uma obtida no endereço passado acima, e outra nos repositórios do próprio MeeGo. A imagem do repositório do MeeGo não faz dual-boot.

fonte: MeeGo wiki

Tags: ,

Nova versão do QtWRT

Essa biblioteca já foi comentada aqui. Mas ela ainda era experimental. Mas agora já saiu um versão mais polida, onde retiraram o rótulo de experimental.

Não há novas funções, apenas correção de bugs.

Por ser uma biblioteca, e com mudança de nome (não apenas de versão), ela não será atualizada automaticamente. É necessário fazer isso na mão, e tendo o efeito colateral de que os programas que dela dependem também serão removidos (precisando ser reinstalados posteriormente).

Para remover, como root (isso removerá os programas que dependem dela também):

apt-get purge libwrt-experimental1

E para instalar (tem que ser no terminal pois o pacote não aparece no Gerenciador, por ele ser uma biblioteca):

apt-get install qtwrt

Fiz um teste com o Twimgo, que é o único programa em QtWRT que uso, e ele continuou funcionando sem problemas.

Tags:

Permissões de arquivos

Muitos estão acostumados apenas a usar o Windows, e ao se deparar com um Linux ficam confusos em relação aos arquivos e suas permissões.

A primeira coisa a ter em mente é que no Linux o conceito de usuários e grupos é total e completamente integrado ao sistema. No Windows isso é um mistério para a maioria dos usuários (no sentido de não terem noção sequer da sua existência, mas estão lá sim).

Para entender vamos dar um exemplo. Ao dar o comando ls -l num diretório você verá todo o seu conteúdo e as propriedades dos arquivos:

~ $ ls -l
drwxr-xr-x    4 user     users        4096 Oct 19 19:22 Instinctiv
drwxrwxrwx   34 user     users        4096 Oct 28 00:56 MyDocs
drwxr-xr-x    2 user     users        4096 Aug  2 15:23 NProfile
drwxr-xr-x    2 user     users        4096 Oct  1 17:26 Panorama_thumbs
-rw-r--r--    1 root     root         4521 Oct 28 19:50 Xorg.0.log
-rw-r--r--    1 user     users       11832 Oct 22 18:28 applet1.png
-rw-r--r--    1 user     users        6683 Oct 22 18:28 applet2.png
-rw-r--r--    1 user     users          86 Oct 22 18:28 applet3.png
drwxr-xr-x    3 user     users        4096 Jun 12 16:43 apps
-rwxr-xr-x    1 user     users          75 Oct 11 20:21 autouphoto.sh
-rw-r--r--    1 user     users        9554 Oct 21 22:14 book1.png
-rw-r--r--    1 user     users       23638 Oct 21 22:14 book2.png
-rw-r--r--    1 user     users       13169 Oct 21 22:14 bookmask1.png
-rw-r--r--    1 user     users       16384 Oct 28 19:52 fuelpad.db
drwxrwxrwx    2 root     root         4096 Sep  6 23:37 kroll
-rw-r--r--    1 root     root            0 Oct 28 19:51 qld.log
~ $ 

A primeira coluna informa as permissões e também alguns atributos do arquivo/diretório. A primeira letra indica o que a entrada é:
d -> diretório
l -> link
- -> arquivo

Há outras possibilidades, mas essas são as mais comuns. Os 9 códigos seguintes são, na verdade, 3 blocos de 3 códigos. Estes são os códigos possíveis de aparecer:
- -> sem permissão
w -> permissão de escrita
r -> permissão de leitura
x -> permissão de execução

Cada um dos 3 blocos determina as permissões para o usuário “dono” do arquivo, para o grupo ao qual o arquivo pertence, e para todos os usuários.

A terceira coluna do ls -l mostra qual é o usuário dono do arquivo, enquanto que a quarta coluna mostra o grupo. Qualquer usuário que pertença a esse grupo tem essas permissões. E se o usuário que tenta fazer algo com o arquivo/diretório não é o dono do arquivo nem pertence ao grupo, as permissões do terceiro grupo são aplicadas.

No exemplo acima o Xorg.0.log é um arquivo, pertencente ao usuário root e grupo root. Esse usuário pode ler e escrever o/no arquivo (primeiro subconjunto indicando “rw-”). Quem pertence ao grupo pode ler apenas (o “r–”). E os outros usuários também podem apenas lê-lo (o último “r–”).

O autouphoto.sh é um arquivo do usuário user, grupo users. O usuário user pode ler, escrever e executar o arquivo (“rwx”). Quem pertence ao grupo users pode ler e executar. E os outros também podem ler e executar.

Aqui alguns exemplos:
1) drwxrwxrwx: é um diretório onde todos os usuários e todos os grupos tem todas as permissões
2) -rw-r—–: é um arquivo, onde o usuário tem permissão de leitura e escrita, os integrantes do grupo tem permissão de leitura e os outros usuários não tem permissão alguma
3) -rwxr-xr–: é um arquivo que pode ser lido, escrito e executado pelo usuário, lido e executado pelo grupo e somente lido por todos os outros usuários

Importante lembrar que o fato de um arquivo poder ser lido por qualquer um não vai adiantar nada se o diretório onde esse arquivo está também não o for! Afinal de contas, para chegar ao arquivo primeiro preciso chegar ao diretório.

Como já pôde ser notado, o que determina que um arquivo pode ser executado é uma permissão dele, não a sua extensão.

Para mexer com as permissões há dois comandos: chown e chmod. O primeiro serve para alterar os “donos” do arquivo (change owner), e o segundo é para alterar as permissões (change mode).

Aqui é um bom lugar para aprender a usar o chmod (com mais dicas aqui).

Já como usar o chown pode ser visto aqui.

Só para complementar, na listagem acima as 3 últimas colunas mostram o tamanho do arquivo (se for um diretório terá tamanho fixo), a data de última alteração e, obviamente, o nome.

E os arquivos ocultos? Arquivos ocultos no Linux são todos aqueles que tem seu nome iniciado por um ponto. O mesmo se aplica para diretórios. Para vê-los basta usar a opção “a” no comando ls:

ls -a

MeeGo 1.1 final para N900

Antes de continuar lendo: é uma versão final para o N900, porém NÃO É UMA VERSÃO COM INTERFACE MÓVEL!

Isso significa que a “cara” do sistema é a mesma daquela vista em netbooks. A versão 1.2 já deve ter uma “cara de celular”. A data de lançamento prevista é entre 21 e 27 de abril de 2011. Vale lembrar que até agora todas as datas foram rigorosamente seguidas.

Outra coisa que gerará muita reclamação é o fato de terem anunciado que o PR 1.3 (último firmware do N900) teria suporte a multi-boot entre Maemo e MeeGo. É preciso ressaltar que esse suporte é para desenvolvedores! Não é para o usuário comum!! Portanto não adianta esperar um menu mágico perguntando se quer dar boot num ou noutro.

O processo para se fazer multi-boot é complexo e requer bons conhecimentos. Mais pra frente tentarei fazer um texto explicando como fazê-lo, se perceber que não é sujeito a muitas falhas.

Quanto ao MeeGo em si, ele pode ser baixado daqui e instalado no cartão de memória, como foi nas outras versões.

Neste momento estou fazendo a cópia para o cartão, e depois vou tentar rodá-lo para às quantas anda o sistema. Se conseguir dar boot (pois é….a última versão eu não conseguia rodar), mais tarde colocarei imagens dele e impressões que tive.

Atualização

Esta versão subiu tranquilamente no N900. Mas não é nem de longe utilizável. Antes de descrevê-la é bom repetir o que disse um dos desenvolvedores no fórum do MeeGo: o sistema ainda é apenas para desenvolvedores! Ele não está pronto para o público nem para uso em “produção”. Estão mais preocupados no momento em criar a base dele, tanto que de software ele oferece apenas um aplicativo de telefonia, um de SMS, um tocador de música, o terminal e um navegador (Fennec).

A recarga da bateria não funciona, assim como o indicador dela. Da mesma forma tampouco funcionam os indicadores visuais de rede de telefonia. O sistema como um todo está extremamente lento, e as respostas visuais péssimas.

Eu diria que, como usuário, houve um retrocesso nessa versão 1.1 comparando-a com outras anteriores. Mas como desenvolvedor entendo perfeitamente que a parte “visual” é sempre a última, pois o mais importante é primeiro fazer as coisas funcionarem direito.

E parecem estar….o wi-fi funcionou bem (conectando a uma rede segura WPA2), enviei e recebi um SMS (na verdade enviei o texto pra mim mesmo), e a telefonia também funciona.

Mas ainda precisa comer muito arroz com feijão. E muito mesmo.